Digverso

Política de Privacidade

Atualizada em 17 de outubro de 2026

O essencial

O Digverso é usado por crianças na escola e em casa. Ele não pede nome, idade, foto, e-mail nem localização de ninguém.

A câmera é usada para reconhecer o desenho impresso. Nenhuma imagem da câmera sai do aparelho — o reconhecimento acontece localmente, e não há envio de fotos para nenhum servidor.

Na escola, o que sai do aparelho é informação de uso do aplicativo — quantas cartas foram escaneadas, quanto durou a sessão — ligada à turma, não à criança. Em casa, sem código de turma, o nosso servidor recebe só contadores anônimos, sem nenhum identificador do aparelho.

A assinatura para uso em casa é comprada e cobrada pela App Store ou pelo Google Play. Não recebemos dados de pagamento.

Não usamos publicidade, não usamos identificador de anúncios e não vendemos nem compartilhamos dados com terceiros para marketing.

Quem é o responsável pelos dados

O controlador dos dados tratados pelo aplicativo é DIGVERSO LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 40.436.745/0001-12, com sede em São José da Lagoa Tapada – PB, Brasil. Para qualquer assunto relacionado a esta política, incluindo os pedidos previstos na Lei Geral de Proteção de Dados e nas leis de proteção de dados de outros países, o canal é contato@digverso.com.br.

Como funciona o acesso ao aplicativo

O aplicativo não tem cadastro de aluno, de professor nem de família. Há três jeitos de usá-lo:

  • Com o código da escola — um código de acesso entregue à escola, que identifica a turma e a escola, nunca uma pessoa.
  • Com a assinatura Digverso em Casa — comprada na loja do aparelho, sem cadastro no Digverso.
  • Sem nenhum dos dois — alguns desenhos são gratuitos e abrem para qualquer pessoa.

O código da escola é o mesmo para toda a equipe da turma: não existe senha individual, e nada no aplicativo pergunta quem está ali. O código é cadastrado no nosso painel por um professor da escola, e os eventos de uso ficam associados à turma, à escola e a esse cadastro — mas nenhum registro diz qual criança ou qual adulto estava com o aparelho em cada momento.

A câmera

O Digverso é um aplicativo de realidade aumentada: a criança pinta um desenho no papel e o aplicativo faz esse desenho ganhar vida na tela. Para isso ele precisa da câmera.

O reconhecimento do desenho é feito inteiramente dentro do aparelho, comparando o que a câmera vê com um catálogo que fica no próprio aparelho. Não há envio de imagem para servidor, não há reconhecimento em nuvem e nada do que a câmera capta é gravado ou transmitido.

O aplicativo pede permissão de câmera antes de usá-la, e explica para quê. Se a permissão for negada, o aplicativo continua funcionando — apenas a parte de realidade aumentada fica indisponível.

A assinatura Digverso em Casa

A assinatura é opcional e serve para uso em casa. A compra, a cobrança, a renovação e o cancelamento são feitos pela Apple (App Store) ou pelo Google (Google Play), na conta da loja do aparelho. O Digverso não recebe número de cartão, nome, e-mail nem qualquer outro dado de pagamento.

A loja informa ao aplicativo apenas se a conta daquele aparelho tem uma assinatura ativa e até quando ela vale. Essa data fica guardada no próprio aparelho, para os desenhos continuarem abrindo sem internet por alguns dias.

Assinar, gerenciar a assinatura e qualquer botão que leve para fora do aplicativo ficam atrás de uma pergunta que só um adulto responde, para a criança não comprar nem sair do aplicativo sem querer.

O que o aplicativo envia para o nosso servidor

Com o código da escola, o aplicativo envia eventos de uso, para que a escola e nós saibamos se ele está sendo usado e se está funcionando. Cada evento leva:

  • O que aconteceu — entrada no aplicativo, carta escaneada, pintura concluída, fim de sessão, e o tempo associado a cada um.
  • A turma e a escola — obtidas do código de acesso, não digitadas pela criança.
  • Um identificador do aparelho — derivado do identificador que o sistema dá ao aplicativo e guardado no próprio aparelho. Ele serve para não contarmos o mesmo dispositivo duas vezes. Não é o identificador de anúncios do sistema, não acompanha a pessoa entre aplicativos e não é usado para publicidade.
  • Dados técnicos do aparelho — modelo, sistema operacional e versão do aplicativo, para diagnosticar problemas de compatibilidade.
  • Relatórios de erro — quando algo falha, enviamos a mensagem técnica da falha para conseguir corrigi-la.

Sem o código da escola (em casa), o aplicativo não envia esses eventos. Envia apenas contadores anônimos por dia — quantas vezes, naquele dia, a lista de desenhos foi aberta, a tela de assinatura foi vista, uma compra foi concluída ou um erro aconteceu, por exemplo —, junto com a versão do aplicativo e o sistema (Android ou iOS). Esses contadores não levam identificador do aparelho, nem o conteúdo dos erros, e servem para entendermos, no total, se o Digverso em Casa funciona.

Os desenhos são baixados do nosso armazenamento em nuvem, e as folhas para imprimir abrem no nosso site. São pedidos comuns de internet: como em qualquer site, o endereço de rede do aparelho fica visível para o provedor que entrega o arquivo.

O que o aplicativo não coleta

  • Nome, sobrenome, idade, data de nascimento ou e-mail de crianças.
  • Fotos, vídeos ou áudio — nem da câmera, nem do microfone.
  • Localização, em qualquer precisão.
  • Identificador de publicidade (IDFA no iOS, AAID no Android).
  • Dados de pagamento.
  • Contatos, agenda, arquivos ou qualquer conteúdo do aparelho.

Por que tratamos esses dados

Usamos as informações de uso para quatro coisas, e nenhuma outra: manter o aplicativo funcionando e corrigir falhas; mostrar à escola como o material está sendo usado nas turmas dela; saber se a assinatura está ativa, para liberar os desenhos de casa; e entender quais conteúdos funcionam melhor, para produzir novos.

Fazemos isso para cumprir o contrato com a escola ou com quem assina, e no nosso legítimo interesse de manter e melhorar o aplicativo — sempre no melhor interesse da criança, como pede o artigo 14 da Lei Geral de Proteção de Dados, e só com o mínimo necessário.

Não fazemos perfil de comportamento, não segmentamos anúncios e não tomamos decisão automatizada sobre nenhuma pessoa.

Com quem compartilhamos

Com a escola contratante, e apenas sobre as turmas dela.

Com prestadores que fazem o aplicativo funcionar, que tratam os dados sob nossa instrução e somente para nos prestar o serviço:

  • Apple e Google — as lojas, que vendem, cobram e gerenciam a assinatura, sob as políticas de privacidade delas.
  • Provedores de nuvem que hospedam o nosso servidor, o banco de dados, os desenhos e o site.
  • PTC (Vuforia) — a tecnologia de reconhecimento do desenho. O reconhecimento é feito no aparelho; o componente pode enviar à PTC informações técnicas de funcionamento, como o modelo do aparelho e a versão do sistema, nunca imagens da câmera.
  • Unity — o motor em que o aplicativo é feito. Os serviços de análise, de relatório de falhas e de desempenho da Unity estão desligados; o motor pode enviar à Unity informações técnicas do aparelho, como o modelo, o sistema e a capacidade gráfica, nunca imagens da câmera nem identificador de publicidade.

A biblioteca de compras que o aplicativo usa (Unity In-App Purchasing) foi configurada para não enviar dados de uso à Unity: ela só conversa com a loja do aparelho.

Não vendemos dados, não os cedemos para publicidade e não os usamos em nenhum programa de terceiros de análise comportamental.

Onde os dados ficam

O nosso servidor e o banco de dados ficam no Brasil. Os desenhos ficam no armazenamento em nuvem do Google, e alguns prestadores da lista acima (Apple, Google, PTC e Unity) podem tratar dados em outros países, como os Estados Unidos.

Quem usa o aplicativo fora do Brasil tem os seus dados tratados no Brasil e nesses países. Essas transferências são feitas com prestadores que adotam as garantias de proteção de dados exigidas pela Lei Geral de Proteção de Dados e, para quem está na União Europeia ou no Reino Unido, pelo GDPR.

Segurança

Tudo o que o aplicativo e o site enviam viaja criptografado (HTTPS). O painel com os dados das escolas só abre com e-mail e senha de administrador, e o acesso de cada aparelho da escola deixa de valer quando o código da turma é desativado.

Se acontecer um incidente de segurança que possa trazer risco a alguém, avisamos as escolas envolvidas e a autoridade de proteção de dados, como a lei pede.

Por quanto tempo guardamos

Os eventos de uso da escola ficam guardados enquanto durar o contrato com a escola e por até 12 meses depois dele. Passado esse prazo, são apagados ou somados em números totais que não permitem voltar a um aparelho.

Os contadores anônimos de casa não identificam ninguém e podem ser guardados sem prazo.

Se você nos escrever pelo botão de ajuda, recebemos o e-mail de quem escreveu e a mensagem, e os usamos só para responder. A conversa é apagada até 2 anos depois do último contato.

Se você preencher o formulário de contato do nosso site, recebemos o nome, o e-mail, o WhatsApp, a atuação, a instituição e a cidade que você informar, e os usamos só para responder e conversar sobre a Digverso na sua escola ou rede. Se a conversa não virar contrato, esses dados são apagados até 2 anos depois do último contato. Para pedir que sejam apagados antes, escreva para contato@digverso.com.br.

Crianças

Este aplicativo foi feito para uso por crianças, na escola ou em casa, sob supervisão de um adulto. Foi desenhado desde o começo para não precisar saber quem é a criança — por isso o código de turma e a assinatura da loja no lugar de cadastro individual.

Não há chat, não há conteúdo enviado por outros usuários e não há publicidade. A única compra é a assinatura opcional para uso em casa, sempre atrás da pergunta para adultos.

Em casa, o aplicativo não coleta dado pessoal da criança: os contadores são anônimos e não há nada que os ligue a ela ou ao aparelho. Na escola, quem autoriza o uso é a escola, em nome das famílias e só para o uso escolar, e os dados de uso são da turma, não de cada criança.

Não coletamos de propósito dado pessoal de criança. Se uma criança nos mandar um dado pessoal (escrevendo pelo botão de ajuda, por exemplo), apagamos assim que percebermos. Pais e responsáveis podem nos escrever a qualquer momento, em contato@digverso.com.br, para saber o que temos e pedir a exclusão.

Explicado para a criança: o Digverso não sabe quem você é. A câmera só olha o desenho, e nenhuma foto sai do celular. Se alguma coisa parecer estranha, chame um adulto.

Seus direitos

A Lei Geral de Proteção de Dados garante a você pedir confirmação de que tratamos dados, acesso a eles, correção do que estiver incompleto ou errado, anonimização ou exclusão, portabilidade, e informação sobre com quem compartilhamos, além de se opor a um tratamento. Para exercer qualquer um desses direitos, escreva para contato@digverso.com.br. Respondemos em até 15 dias.

Se você mora fora do Brasil, também valem os direitos que a lei do seu país garante, como os do GDPR na União Europeia e no Reino Unido (acesso, correção, exclusão, limitação, oposição e portabilidade) e os dos pais pela COPPA nos Estados Unidos. Você também pode reclamar à autoridade de proteção de dados: no Brasil, a ANPD; fora, a do seu país.

Para cancelar a assinatura, use os ajustes de assinaturas da App Store ou do Google Play; o botão "Gerenciar assinatura" do aplicativo leva até lá.

Mudanças nesta política

Se mudarmos o que o aplicativo coleta, esta página muda junto e a data no topo é atualizada. Mudanças relevantes serão comunicadas às escolas contratantes e mostradas no aplicativo. Se uma mudança fizer o aplicativo passar a coletar dado pessoal de criança, pedimos antes o consentimento de um responsável.